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Estudos de Caso
Banco Europeu de Investimento recomenda o @RISK para determinar a viabilidade de investimentos de capital em ferrovia

Em 2005, a Rail Slovakia, em operação há mais de 160 anos, foi dividida em duas empresas: Slovak Rail Company (SRC) e Slovak Cargo. A SRC, que é a única empresa estatal de transporte público do país, é responsável pelo transporte ferroviário suburbano, regional e nacional de passageiros.

Para continuar a oferecer um sistema de transporte ferroviário viável, era necessário modernizar a frota de carros ferroviários da SRC, inclusive substituir os veículos que se encontravam no final da sua vida útil por unidades double-decker diesel ou elétricas. Contudo, isso apresentava um risco substancial, pois o número cada vez menor de passageiros que utilizam o transporte ferroviário resultaria em receita insuficiente para justificar o investimento em novos carros ferroviários. O Ministério do Transporte e o Ministério de Finanças da Eslováquia, assim como a SRC, que iriam cofinanciar o projeto com fundos monetários regionais da UE, exigiram que fosse usada uma metodologia baseada em risco antes de se comprometerem a aprovar a execução do projeto.

O Banco Europeu de Investimento recomendou o @RISK – software de análise de risco da Palisade – para a tarefa de modelagem do potencial do transporte ferroviário de passageiros nos próximos 30 anos. A Comissão Europeia também confirmou que a SRC podia usar esse método de apoio à decisão para determinar se o investimento em novos carros ferroviários era viável.

@RISK é usado para determinar receitas
A primeira tarefa foi usar o @RISK para determinar se a compra de novos carros ferroviários produziria um resultado positivo ou negativo na renda da SRC. Os inputs relacionados a receitas inseridos no modelo do @RISK concentraram-se nas tarifas ferroviárias (levando-se em conta os aumentos previstos), nos subsídios estatais e nas tendências em termos de número de passageiros. Foram utilizados dados históricos para ajudar a prever o uso futuro dos trens, assim como os efeitos das modificações das tabelas de horários (com o intuito de aumentar a frequência e o grau de conveniência dos trens e assim incentivar as pessoas a viajar mais de trem), e o resultado do acréscimo de novos carros ferroviários. Isso foi contrabalançado com os inputs correspondentes aos custos operacionais, como os custos de materiais, energia, salários, taxas de uso da ferrovia e custos de reparos e manutenção.

Além disso, os inputs usados no @RISK incluíram os resultados da experiência de países vizinhos da Eslováquia. A República Tcheca, a Hungria e a Áustria obtiveram certo aumento no número de passageiros após modernizar suas frotas de carros ferroviários.

@RISK calcula o impacto socioeconômico de uma maior utilização do sistema ferroviário
Além da modelagem da viabilidade financeira do investimento em novos carros ferroviários, a SRC necessitava analisar o impacto socioeconômico do maior uso do transporte ferroviário pela população.

O principal concorrente do transporte ferroviário é o transporte por automóveis, que tem aumentado a um índice de 8% ao ano no que se refere ao número de viagens realizadas e ao número de veículos nas estradas da Eslováquia. (Como mencionamos anteriormente, um dos fatores principais do aumento é que, muitas vezes, os horários dos trens são inconvenientes, o que resulta em longas esperar durante as viagens de trem.)

Previu-se que a nova estratégia da SRC de introduzir novos carros ferroviários e modificar a programação de horários aumentando a frequência dos trens teria diversos resultados positivos. O maior número de trens encurtaria os tempos de espera e o número de transferências necessárias durante cada viagem, tornando o trem um meio mais atraente de se viajar. Além disso, havia prova de que alguns passageiros aceitariam pagar mais pelo conforto proporcionado por carros ferroviários mais modernos. Todos esses fatores foram usados como inputs no modelo do @RISK.

O "dano" causado pelas viagens de automóvel também foram modelados com o @RISK. Foram usados dados estatísticos históricos relacionados ao transporte rodoviário para calcular a diminuição de acidentes rodoviários e de trânsito quando um maior número de pessoas usa a opção mais segura de viajar de trem. Além disso, o impacto ambiental do menor número de automóveis nas ruas e estradas, como menos poluição, também foi levado em conta no modelo do @RISK, assim como a redução dos custos operacionais resultantes do menor uso rodoviário e necessidade de consertos.

Vantagens socioeconômicas do transporte ferroviário justificam o investimento
O objetivo da modelagem financeira era determinar se o investimento em novos carros ferroviários seria justificado em termos de um aumento da receita para a SRC. Apesar de certo aumento no número de viagens de passageiros, foi demonstrado que a empresa ferroviária não seria lucrativa e que, portanto, o sistema necessitaria ser subsidiado.

Ao se investigar o impacto socioeconômico do investimento, no entanto, o resultado sempre foi positivo. Ou seja: o investimento na modernização do sistema ferroviário valeria a pena, porque produziria vantagens óbvias em termos da melhor qualidade de transporte, menos acidentes de automóveis e menos poluição.

Em função do uso do @RISK pela SRC para tomar decisões bem informadas, a União Europeia e o Ministério do Transporte da Eslováquia aprovaram o investimento em uma nova frota ferroviária. Alguns novos carros já estão em operação; prevê-se que no final de 2013, as 32 novas unidades estarão em uso.

@RISK fornece o quadro completo de risco
Jozef Danco trabalha na Eurotarget, uma empresa de consultoria contratada pela SRC e pelo Ministério do Transporte da Eslováquia para o projeto da SRC. Ele explica: “O @RISK foi recomendado devido ao seu excelente histórico de desempenho em uma ampla variedade de projetos. Ele é flexível e rápido, além de ser a única ferramenta de apoio a decisões que possibilita a modelagem complexa e a análise de risco aprofundada necessárias para nos fornecer um quadro informado do risco total apresentado pelas propostas de investimento da SRC.”

Outras informações
Distribuição usada:
Distribuição normal Tanto a probabilidade do número de passageiros quanto a de custo/preço podiam ser representadas por meio de uma curva em forma de sino, portanto, foi usada a distribuição normal.

Ilustrações:

As receitas totais são calculadas com base no número de passageiros e na tarifa, mas a tarifa é considerada sujeita a mudanças apenas em intervalos.

Relatório de resultados do @RISK referente ao FNPV (valor presente líquido financeiro):

» @RISK
» Slovak Rail Company (SRC)



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