Fabricante do software líder mundial em análise de risco e de decisão
ENGLISH I ESPAÑOL I PORTUGUÉS I FRANÇAIS I DEUTSCH I 日本語 I 中文 I РУССКИЙ
Live Chat
Estudos de Caso
@RISK Cases
Abu Dhabi Water &
Electricity Company

Setor: Energia e serviços de utilidades
Aplicação: Previsão da demanda
BC Hydro
Setor: Energia
Aplicação: Análise de projeto
Blade Energy
Setor: Energia
Aplicação: Produtividade de Perfuração
Centro para Tráfico e Transporte, Dinamarca
Setor: Transporte
Aplicação: Planejamento de Transportes
Universidade de Cambridge
Setor: Acadêmico
Aplicação: Mudanças climáticas
Cinergy
Setor: Energia
Aplicação: Análise de Aquisições
Columbia University
Setor: Acadêmico
Aplicação: Energia e Política Pública
Corus Steel
Setor: Manufatura
Aplicação: Fechamento de Fábricas
Cranfield University
Setor: Energia
Aplicação: Confiabilidade de Produto
Cornell University/
Lower Colorado River Authority

Setor: Meio Ambiente
Aplicação: Natural Resource Mgmt
Cornell University
Setor: Agricultura
Aplicação: Avaliação da Política Agrícola
Cummins Inc.
Setor: Seis Sigma
Aplicação: Six Sigma Quality Analysis
Det Norske Veritas (DNV)
Setor: Energia
Aplicação: Retorno Sobre o Investimento (ROI)
Energia HidroelÉtrica na Colombia
Setor: Energia
Aplicação: Estimativa de Custos
ENGCOMP
Setor: Governo/Defesa
Aplicação: Orçamento
Administração Federal de Estradas (U.S. Federal Highway Administration)
Setor Transporte
Aplicação: Análise de Custo de Pavimentação
ECN
Setor: Energia e serviços de utilidades
Aplicação: Análise financeira de usinas eólicas marítimas
FiduciaryVest
Setor: Financeiro
Aplicação: Alocação de ativos, valor em risco (VAR)
Fluor Corporation
Setor: Energia
Aplicação: Oil and Gas Estimating
Grupo ISA
Setor: Energia
Aplicação: Investment Analysis
Halcrow Group Ltd /
UK Environment Agency

Setor: Meio Ambiente
Aplicação: Gerenciamento de Inundação
Her Majesty's Prison Service
Setor: Governo
Aplicação: Análise de Fluxo de Caixa
Hospital Clinic Barcelona
Setor: MÉdico
Aplicação: Seleção de Sangue
Illinois State University
Setor: Acadêmico
Aplicação: Real Options and Finance
Instituto Brasileiro do Petróleo
Setor: Energia
Aplicação: Exploração de petróleo
Centro de Resposta ao Desastre do Katrina
Setor: Energia
Aplicação: Planejamento de Resposta a Desastre
Kennecott Utah Copper
Setor: Meio Ambiente
Aplicação: Limpeza de Poluentes
Merck
Setor: Finanças/Bancos
Aplicação: Value-at-Risk Exchange Rate
MinistÉrio da Defesa
Setor: Defesa
Aplicação: Administração de projetos
Northern Indiana
Public Service Company

Setor: Energia
Aplicação: Precificação, Alocação de Produção para Atendimento à Regulação
Pantektor AB
Setor: Construção
Aplicação: Mitigação de Risco de Incêndio
Pareto Solutions
Setor: Governo
Aplicação: Projeção de Orçamento
Post Danmark /
PricewaterhouseCoopers

Setor: Governo
Aplicação: Ajuste de Prêmio de Seguros
Petrobras
Setor: Energia
Aplicação: Exploração e produção
Rail Slovakia
Setor: Energia
Aplicação: Investimentos de Capital
Scottsdale Insurance Company
Setor: Seguros
Aplicação: comparação de propriedades comerciais, RAROC (Risk Adjusted Returns On Capital)
Sociedade de Atuários / Sociedade de Casualidades Atuárias
Setor: Seguro/Resseguro
Aplicação: Planejamento de Seguros e Pensões
Thales Group
Setor: Manufatura
Aplicação: Viabilidade de Mercado
Tioga Energy
Setor: Energia e serviços de utilidades
Aplicação: Economia com energia solar
University of Buenos Aires
Setor: Agricultura
Aplicação: Agricultural Investment

SEE ALSO: INDUSTRY MODELS
» Insurance Models

In DecisionTools Suite:
Aspinall & Associates
Setor: Meio Ambiente
Aplicação: Disaster Planning
Enex
Setor: Energia
Aplicação: Geothermal Power Plant Equipment Procurement
Logion BV
Setor: Transporte
Aplicação: Transportation, Distribution, and Inventory Management
London Business School /
Novartis Pharmaceutical

Setor: Finanças/Bancos
Aplicação: Portfolio Management
Triangle Economic Research
Setor: Meio Ambiente
Aplicação: Pollution Cleanup
Procter & Gamble
Setor: Finanças
Aplicação: Production Siting, New Product Analysis, Exchange Rate Analysis, Real Options
World Conservation Union
Setor: Meio Ambiente
Aplicação: Endangered Species Protection

In @RISK Developer Kit:
London Underground / Istria
Setor: Transportation
Aplicação: Transportation Safety and Investments

In Evolver:
Mettler Consulting
Setor: Seguro/Resseguro
Aplicação: Enterprise Resource Planning




A Petrobras integrou o @RISK em seu sistema interno de Exploração e Produção: Progride. A integração possibilitou avaliações exatas e abrangentes de plataformas de produção com várias concessões – e economizou um tempo imenso de execução.
Petrobras usa @RISK para análise de E&P

O desafio
Em termos do valor de mercado, a Petrobras, com operações de produção e refino de petróleo, é a oitava maior empresa global do mundo.  Seus investimentos chegam a mais de US$53 bilhões, e incluem mais de 13 mil poços produtores de gás e petróleo e 112 plataformas de produção.  

Recentemente, a Petrobras adotou em toda a empresa um protocolo para avaliação dos riscos econômicos associados a investimentos potenciais. Alguns dos principais riscos de interesse para a Petrobras são os associados a: produção de petróleo e gás natural; demanda por derivativos; preços de diversas commodities; datas de início de várias operações; mudanças no capital da empresa (CAPEX) e nas despesas operacionais (OPEX). Ao efetuar a análise desses riscos, a Petrobras focaliza diversos indicadores-chave: VPL (Valor Presente Líquido); desvio padrão do VPL, que dá uma noção da relação lucro/perda; probabilidade de VPL negativo ou de perda monetária; e o VAR (Valor em Risco) de 95% do VPL, que é a quantia mínima de perda que apresenta probabilidade de 5%.

Para avaliar esses riscos, o órgão de Exploração e Produção (E&P) da Petrobras desenvolveu um sistema interno que é usado em toda a empresa, denominado Progride (Programa dos Indicadores do Desenvolvimento da Produção). Esse sistema é baseado no Excel e usa sub-rotinas personalizadas em C++ para executar análises. A empresa usa o sistema para modelar uma variedade de aplicações de E&P, entre as quais: tendências relacionadas ao petróleo, como preços e distribuições; imposto de renda e royalties; depreciação, valor residual e vida econômica dos projetos; análise de sensibilidade e outros indicadores econômicos internos.  O Progride também conta com recursos de análises de risco.

O sistema tem capacidade para lidar com situações complexas, como vários projetos dependentes (ex.: um projeto base e projetos complementares) em uma mesma “concessão” ou local geográfico.  Concessão refere-se ao direito da Petrobras de perfurar em uma determinada área; normalmente, acarreta obrigações como pagamento de aluguel, impostos e royalties. O sistema Progride também apresenta recursos para o gerenciamento de projetos de produção previstos para o futuro e projetos que reduzem as despesas operacionais (com futuras despesas operacionais “negativas”).

Análise convencional com o Progride
Os analistas de E&P da Petrobras efetuam a entrada de uma variedade de dados para executar uma análise convencional com o Progride, e usam pressupostos para as incertezas. Os dados incluem: taxas de desconto, inflação, impostos e câmbio; datas de início das operações; período de depreciação; preços do petróleo; curvas de produção de petróleo, gás natural e água no local, assim como injeção de água; despesas de capital como perfuração, instalações de superfície, cobrança; custos operacionais fixos e variáveis; e custo de abandono.

Em uma análise desse tipo, o Progride retorna o VPL, o IRR e o tempo de retorno do projeto; a melhor data para abandono do projeto; e o risco financeiro para a empresa.  Esses resultados, contudo, são baseados em valores pontuais correspondentes à melhor estimativa calculada com os dados de entrada usados, pressupondo-se 100% de certeza.  O risco, portanto, não é levado em conta.

Análise de risco com o sistema Progride
Para executar uma análise de risco no Progride, o analista precisa construir distribuições que representem as faixas de possibilidades correspondentes às principais variáveis de input.  Elas incluem: curvas de produção probabilística de petróleo, gás natural e água no local, bem como injeção de água; capacidade operacional de produção da unidade; distribuições dos desvios em cada componente CAPEX e OPEX; distribuição de data de início da operação.

Com base nessa análise de risco, o Progride fornece o VPL esperado do projeto, junto com um histograma e medidas de dispersão, ou risco, ao redor do VPL esperado. Ele também faz uma estimativa da probabilidade de VPL negativo, ou de se perder dinheiro com o projeto.

Limitações do Progride
Embora o Progride seja muito útil para a Petrobras, ele tem várias limitações significativas que levaram a empresa a se interessar no @RISK. Uma dessas limitações é que a análise de risco do Progride não fornece ao usuário acesso aos dados das simulações, o que impede o analista de examinar melhor os diversos cenários probabilísticos.  Além disso, o Progride não tem capacidade para lidar eficazmente com projetos mais complexos, como os realizados em parceria com outras empresas, nem com projetos de infraestrutura compartilhada ou projetos integrados realizados em várias concessões.

Para ilustrar o efeito dessas limitações, vamos tomar como exemplo um projeto de desenvolvimento integrado, com produção em duas concessões ou locais específicos.  A Petrobras investe em uma única unidade de produção de petróleo para lidar com as duas concessões – com CAPEX em comum.  Contudo, a ANP (Agência Nacional do Petróleo) exige que a empresa trate cada concessão individualmente, no que se refere à locação da área, royalties e Pesquisa e Desenvolvimento.   Veja a Figura 1.


Figure 1

Nesse tipo de situação, é necessário efetuar uma análise de risco correspondente ao projeto integrado, isto é, como um todo.  Alguns fatores de risco são os mesmos para as duas concessões; por exemplo, preços e CAPEX.  Existem, também, fatores de risco independentes, como as datas de início do projeto e da produção.  Entretanto, alguns custos devem ser tratados individualmente para cada concessão, como a locação da área, os royalties, e Pesquisa e Desenvolvimento. Certos tipos de depreciação (dos poços, por exemplo) também devem ser calculados separadamente para cada concessão. Projetos que envolvem várias concessões são bastante comuns, porém o Progride não tem capacidade de efetuar uma análise sem rodar milhares de horas – o que torna a análise ineficiente e potencialmente inexata.

A solução @RISK-Progride
Para resolver o problema, o órgão de E&P da Petrobras adotou o @RISK.  Rafael Hartke, responsável pelo gerenciamento de risco e planejamento financeiro das operações de investimento da Petrobras, desenvolveu um método para integrar o @RISK e o Progride por meio do Excel.  Esse sistema possibilita efetuar avaliações exatas e completas de uma plataforma de produção com várias concessões – com imensa economia de tempo. 

No caso do projeto com várias concessões que mencionamos anteriormente, a empresa configura três análises distintas com o Progride: uma para a concessão A, uma para a concessão B e uma para o projeto integrado A+B. Em seguida, os analistas efetuam a modelagem dos cenários probabilísticos no @RISK tanto para os fatores de risco em comum (ex.: preços, CAPEX, desvios) quanto para os riscos independentes, para cada concessão.  É executada uma análise convencional do Progride para cada concessão separadamente, usando os cenários probabilísticos gerados pelo @RISK como dados de input.  Essa análise é efetuada com o @RISK em execução, por meio da chamada de uma macro que executa o Progride durante a simulação do @RISK. Os resultados das duas análises convencionais das concessões formam o cenário probabilístico de cada uma (ex.: produção, receita, CAPEX, OPEX, custos tributários e depreciação).   Veja as Figuras 2 e 3.

Figure 2


Figure 3

Esses resultados individuais referentes às concessões são então somados para determinar os cenários probabilísticos do projeto integrado como um todo (A+B).  Em seguida, é executada uma análise convencional do projeto integrado com o Progride no @RISK, usando os cenários probabilísticos combinados como dados de entrada.  Os indicadores de risco desejados para o projeto inteiro são então calculados, com base nos resultados da análise.  Veja a Figura 4.

Figure 4

É tão fácil quanto 3-2-1

O processo @RISK-Progride pode ser resumido em 3 etapas, 2 funções e 1 macro.

As 3 etapas do processo são:

  1. Usar o @RISK para modelar e gerar cenários probabilísticos baseados nos fatores de risco comuns e independentes.
  2. Vincular os cenários probabilísticos gerados pelo @RISK aos dados de entrada de cada análise convencional de concessão efetuada pelo Progride, usando a função Offset (Desloc) do Excel e a função RiskCurrentIter do @RISK.
  3. Executar cada análise convencional do Progride individualmente no @RISK, chamando a macro que executa a análise convencional do Progride após cada iteração efetuada pelo @RISK.

As duas funções principais usadas para efetuar a integração entre o @RISK e o Progride são:

  1. RiskCurrentIter(): função estatística do @RISK que retorna o valor da iteração atual da simulação enquanto ela está sendo executada.
  2. Offset(ref. cél, linhas, colunas): função do Excel (Desloc) que retorna o valor de uma célula localizada a um número especificado de linhas e colunas da célula de referência em questão.

Enfim, só é necessária uma macro para o processo.  O @RISK é definido para executar essa macro do Excel durante as simulações, depois de cada recálculo de iteração.  A macro simplesmente executa o Progride e contém o código: SendKeys "%PX", True

Vantagens da solução @RISK-Progride
A solução integrada da Petrobras proporciona à empresa uma série de vantagens muito valiosas.  Primeiro, ela permite separar os cenários probabilísticos a fim de identificar os fatores de risco comuns aos projetos que estão sendo analisados.  Segundo, o uso do @RISK possibilita a análise de projetos realizados em conjunto com empresas parceiras.  De modo semelhante ao exemplo acima, uma análise separada é efetuada com o Progride para cada parceria, levando em conta os aspectos fiscais individuais, mas usando os fatores de risco comuns aos projetos.  Terceiro, como acabamos de ver, esta abordagem possibilita analisar projetos integrados de várias concessões e efetuar uma análise individual com o Progride para cada concessão, levando em conta separadamente os aspectos fiscais e de depreciação de cada uma, mas considerando os fatores de risco em comum.  Assim, projetos que usam uma mesma infraestrutura, ou concessões ou projetos separados agora também podem ser modelados dessa mesma forma. Por último, o @RISK ajuda a Petrobras a reduzir para apenas um dia o tempo de cálculo das projeções, que antes levava milhares de horas.  Se multiplicarmos o número de horas economizadas pela remuneração horária dos funcionários, é fácil ver que a economia de custo é imensa.

» Integração de sistemas corporativos e análise de risco
   com o @RISK, Rafael Hartke, Petrobras. Apresentação
   realizada na Palisade Conference de novembro de 2009
   no Brasil

»
@RISK
» Petrobras



Palisade Brasil
Praia de Botafogo,
nº 501 Sala 101, Botafogo
22250-000 Rio de Janeiro-RJ
+55 (21) 3958 1443
+1 607 277 8000 x318 tel
800 432 7475 x318 E.U.A.
vendas@palisade.com
Palisade
800 432 RISK (US/Can)
+1 607 277 8000
sales@palisade.com
www.palisade.com
Palisade EMEA & India
+44 1895 425050
salesEMEA@palisade.com
www.palisade.com
Palisade Asia-Pacific
+61 2 9252 5922
salesAP@palisade.com
www.palisade.com
Palisade アジア・
パシフィック
東京事務所
+81 3 5456 5287 tel
sales.jp@palisade.com
www.palisade.com/jp/
Palisade Latinoamérica
+1 607 277 8000 x318
800 432 RISK (EEUU/Canadá)
+1 607 277 8001 fax
+54 (11) 5252-8795 Argentina
+56 2581-3492        Chile
+507 836-5675        Panamá
+52 55 5350 2852   México
+51 1 708-6781       Perú
+57 1 508-5187       Colombia
servicioalcliente@palisade.com
ventas@palisade.com
www.palisade-lta.com