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O modelo do @RISK pode processar vasto volume de dados e apresentá-los de uma forma que é fácil de entender, tornando fácil quantificar o risco associado a um empreendimento. Desenvolvedores de usinas eólicas – e possíveis investidores – podem, assim, tomar decisões bem informadas em termos de se a operação em alto=mar oferecerá um bom retorno do investimento.
Luc Rademakers,
gerente sênior,
desenvolvimento de
sistemas de energia
eólica da ECN
ECN usa o @RISK para determinar a viabilidade econômica de usinas eólicas marítimas

O software de análise de risco @RISK da Palisade está sendo usado pela ECN, organização de pesquisa em energia, para determinar se usinas eólicas marítimas são financeiramente viáveis do ponto de vista de operação e manutenção. Mais especificamente, as turbinas estão sujeitas a condições meteorológicas mais rigorosas do que usinas equivalentes em terra, o que, se considerado em conjunto com a localização, torna os consertos e a manutenção mais dispendiosos e demorados. Antes de prosseguir com um projeto, os operadores querem entender as implicações em termos de custo de longos períodos de paralisação que atualmente são inevitáveis no setor.

Informações gerais
A ECN é uma organização autônoma de pesquisa sediada na Holanda que fornece tecnologia e conhecimento aprofundado com o objetivo de propiciar a transição para a gestão de energia sustentável. O foco da organização é a conservação de energia, a energia sustentável e o uso eficiente e limpo de combustíveis fósseis e, para esses fins, ela realiza projetos relacionados a energia solar, eólica e biomassa.

A ENC é um dos poucos institutos que realizar Pesquisa e Desenvolvimento na área de operação e manutenção (O&M) em plataformas marítimas, e em 2003 e 2004 começou a desenvolver a ferramenta ECN O&M Tool para turbinas eólicas em alto-mar. Usinas eólicas marítimas ainda eram raras, o que resultou em muita incerteza quando aos custos. Ao mesmo tempo, à medida em que a necessidade aumenta, o trabalho para que elas se tornassem financeiramente mais viáveis também aumentou.

O risco financeiro de longos períodos de paralisação
Os operadores potenciais queriam entender se as usinas eólicas marítimas seria financeiramente viáveis. Um fator essencial a ser considerado diz respeito às condições meteorológicas mais adversas. como ventos de muito alta velocidade e o maior risco de os operadores marítimos serem atingidos por raios. Isso tudo tem implicações financeiras em termos de consertos e tempo fora de operação que precisam ser levados em conta em todos os cálculos.

Por exemplo, se ocorre um problema com uma turbina em terra, é provável que ela fique fora de operação por um ou dois dias, já que, devido à localização, é relativamente simples fazer com que ela seja inspecionada e consertada, mesmo se houver necessidade de um guincho. O mesmo não ocorre no caso de um problema com uma turbina em plataforma marítima, que necessitaria de uma tripulação em embarcações adequadas. Há muito poucos navios com guindastes de bordo em operação atualmente, devido aos custos proibitivos, por isso, se for decidido que um navio com guindaste de bordo é necessário, poderá haver uma espera de seis meses até o navio fazer a viagem. Além do custo de oportunidade desse tempo de paralisação, o operador pode ter de pagar até €150.000,00 pelo navio com guindaste de bordo pela viagem até a usina eólica, e as tarifas diárias podem ser da mesma ordem de magnitude.

Outros atrasos – que têm o efeito de aumentar os custos – podem ocorrer se as condições marítimas forem difíceis para a equipe de inspeção viajar até a turbina. Bom tempo também é necessário para poder consertar a turbina, pois vento forte pode danificar o novo componente.

Determinar o custo de incertezas com o @RISK
Houve muita evolução desde que as primeiras usinas eólicas marítimas foram montadas, o que resultou em formas alternativas de operação. Por exemplo, avaliar dano de uma turbina pode ser mais eficaz ao se usar um helicóptero em vez de um navio, e, nesse caso, o operador da usina eólica precisa considerar contratos com empresas de helicópteros.

A ECN trabalha com seus clientes levantando cenários hipotéticos para determinar o modo mais viável (isto é, mais econômico e eficaz) de manutenção de usinas eólicas marítimas. Depois de escolher a opção que funciona melhor, a ECN executa uma análise probabilística com um modelo do @RISK para determinar as incertezas de custo desse método.

O @RISK determina incertezas relacionadas ao período de paralisação e aos custos de operação e manutenção.
Um parâmetro-chave (input no modelo do @RISK) é a frequência de pane das turbinas, com base na confiabilidade dos componentes. Na maioria dos casos, os operadores de usinas eólicas consideram entre 15 e 20 componentes de turbinas eólicas (cada um deles com outra frequência de pane e outra estratégia de consertos), embora, em algumas ocasiões, o O&M Tool da ECN lida com um máximo de 40.

Dados de campo são geralmente usados para determinar as frequências de falhas dos componentes, mas devido ao fato de esse ser um setor tão novo, há muito pouca informação histórica disponível. Mesmo quando há dados disponíveis, as taxas de falha usadas na ferramentas de modelagem de custo estão sujeitas a incertezas. As incertezas incluem preços dos navios com guindaste de bordo e embarcações de acesso (que podem variar conforme a estação do ano e mesmo de um dia para outro), o custo das peças de reposição, o preço da eletricidade, e o tempo necessário até receber as peças sobressalentes e as embarcações.

O @RISK possibilita a tomada de decisão baseada em informações
A entrada dos dados de input no modelo do @RISK resulta em funções de densidade cumulativa (CDF). Essa distribuição determina a incerteza associada ao tempo de paralisação e custos de manutenção de uma usina eólica marítima para que o desenvolvedor do projeto possa tomar decisões bem informadas, primeiro quanto a prosseguir com o projeto e, em seguida, se a resposta for afirmativa, sobre a melhor maneira de fazê-lo. A avaliação quantitativa da incerteza também ajuda a viabilizar mais o projeto em termos do financiamento - bancos não gostam de risco, especialmente quando há muitos fatores incertos.

Outro resultado do modelo do @RISK é que o diagrama de tornado mostra qual é o input que mais afeta o output. Ele pode indicar, por exemplo, que a mobilização de embarcações grandes para reparos e manutenção é o fator mais importante na incerteza do custo. Com esse fato em mãos, o operador pode negociar um contrato com uma operadora de embarcações que ofereça um preço fixo mais alto continuamente, em vez de pagar cada vez que necessite do serviço, o que, a longo prazo, pode sair mais caro.

O modelo do @RISK também tem sido muito útil para determinar o efeito do custo de mão de obra de um projeto – uma questão que frequentemente provoca muita discussão. Ao usar o @RISK< a ECN mostrou que, ao contrário do que geralmente se acredita, não é isso que mais afeta os custos finais dos reparos. O @RISK pode, portanto, redefinir o que inicialmente é considerado como dispendioso.

@RISK melhora o gerenciamento de componentes
Além disso tudo, o @RISK fornece aos operadores uma ferramenta que os ajuda a gerenciar os com poentes que apresentam maior índice de falha e que, portanto, têm maior impacto na rentabilidade da usina eólica. Com base em cálculos específicos do modelo do @RISK sobre o efeito de uma pane, um desenvolvedor pode negociar mais favoravelmente contratos de garantia com o fabricante do componente.

O @RISK possibilita efetuar cálculos de ROI de forma mais simples
“Risco e incerteza são elementos inerentes a qualquer projeto de negócios, mas são maiores em setores mais "jovens" como o de energia alternativa”, explicou Luc Rademakers, gerente sênior de desenvolvimento de sistemas de energia eólica da ECN.  “Contudo, o modelo do @RISK pode processar vasto volume de dados e apresentá-los de uma forma que é fácil de entender, tornando fácil quantificar o risco associado a um empreendimento. Desenvolvedores de usinas eólicas – e possíveis investidores – podem, assim, tomar decisões bem informadas em termos de se a operação em alto=mar oferecerá um bom retorno do investimento.”

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